
” …Gostaria de poder te explicar o por quê de tudo isso, de te dizer quem de nós errou. Já não me sinto lúcido perto de você, meu coração parece ter vontade própria sobre minha razão. Eu simplesmente vou perdendo o controle de minhas emoções, e quando me vejo já estou em você, entregue, completamente vulnerável, e a vontade é de eternizar este momento, congelar o tempo, e não sair dali nunca mais. —Anndré, (Prisioneiro da Morte)
Eu te amei mais do que você jamais vai saber. E uma parte de mim morreu quando eu deixei você ir
A morte é uma vocação; É um modo de libertar-se do que te tortura.

É difícil, quase impossível, achar alguém que se importe realmente com você. {ds}

“O que eu mais preciso, é um pouco de desapego. Nem que seja, um pingo de desapego, eu aposto que faria alguma diferença. Minhas feridas não se repetiriam novamente, minhas noites mudariam, pois eu iria conseguir dormir sem derramar lágrimas pelo meu rosto, minha vida sofreria uma mudança radicalizada. Uma mudança boa, para mim, pois eu preciso viver agora, para eu me sentir bem. Um pouco de amor próprio me ajudaria também, pois, eu tenho uma inexplicável capacidade de amar aos outros, sem me amar da mesma forma, isso não é tão legal assim quanto parece, e no final eu sempre saio machucada. Não admito meu jeito de ser, sempre errando, se machucando, e nunca aprendendo, aprendendo o que é certo, aprendendo o que é certo para mim, o que é certo para eu ser um pouco feliz. Não importa o que nós fizemos de errado na nossa vida, mas eu acho que toda pessoa tem um pouco de direito de ser feliz, nem se for um pouco, pelo menos uma vez se quer. Admito, eu errei, pois eu não sou perfeita a ponto de ser correta sempre, mas eu acredito que eu tenho um pouco de direito, para ser um pouco feliz, afinal, eu nasci chorando, e, não quero viver minha vida chorando também.” ─ (ultima-lagrima)and(wasonlylove)


É melhor atirar-se à luta em busca de dias melhores, mesmo correndo o risco de perder tudo, do que permanecer estático, como os pobres de espírito, que não lutam, mas também não vencem, que não conhecem a dor da derrota, nem a glória de ressurgir dos escombros. Esses pobres de espírito, ao final de sua jornada na Terra não agradecem a Deus por terem vivido, mas desculpam-se perante ele, por terem apenas passado pela vida.
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